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Quando fez uma visita ao Brasil em maio de 1993, o ex-Primeiro-Ministro Zhu Rongji referiu que devíamos tratar as relações bilaterais partindo do ângulo estratégico, o que foi compreendido “relações de parceria estratégica” e mais tarde foi confirmado na visita ao Brasil do ex-presidente chinês Jiang Zemin em Novembro de 1993 e na visita à China do ex-presidente brasileiro Fernando Henrique Cardoso em 1995. Durante a visita ao Brasil, o ex-presidente chinês Jiang Zemin assinalou várias vezes que a América Latina é um continente repleto de prosperidades e potencialidades grandes onde o povo entusiástico e inteligente tem obtido grandes êxitos na construção do país e no desenvolvimento económico nacional desde a independência. O novo continente daquele tempo está crescendo muito rápido vindo com um novo rosto para o futuro. A China dá muita importância no estabelecimento e desenvolvimento de relações amistosas de cooperação com os países americano-latinos inclusive o Brasil, o que é considerado uma parte importante da cooperação sul-sul. Durante mais de 20 anos do estabelecimento de relações diplomáticas sino-brasileiras, os dois países obtêm grandes êxitos nas relações de cooperação de vários sectores e também melhoram a amizade dos dois povos cada dia mais. Para desenvolver ainda mais as relações bilaterais e estabelecer gradualmente novas relações económicas internacionais, Sr. Jiang Zemin apresentou 4 propostas inclusive promover a cooperação sul-sul, reforçar as consultas e intercâmbios dos países em vias de desenvolvimento e aprender-se mutuamente, bem como suprir necessidades recíprocas em busca de desenvolvimento comum. O vice-Primeiro-Ministro e chanceler Qian Qichen acompanhou Sr. Jiang durante a visita afirmando na Conferência de Imprensa: “É necessário referir especialmente que o Brasil é o maior país americano-latino com grande potencialidade no desenvolvimento económico enquanto a China é o maior país em vias de desenvolvimento com a expansão económica acelerada e constante. Por isso, a cooperação sino-brasileira tem grande significado.”
Quando fez uma visita ao Brasil em maio de 1993, o ex-Primeiro-Ministro Zhu Rongji referiu que devíamos tratar as relações bilaterais partindo do ângulo estratégico, o que foi compreendido “relações de parceria estratégica” e mais tarde foi confirmado na visita ao Brasil do ex-presidente chinês Jiang Zemin em Novembro de 1993 e na visita à China do ex-presidente brasileiro Fernando Henrique Cardoso em 1995. Durante a visita ao Brasil, o ex-presidente chinês Jiang Zemin assinalou várias vezes que a América Latina é um continente repleto de prosperidades e potencialidades grandes onde o povo entusiástico e inteligente tem obtido grandes êxitos na construção do país e no desenvolvimento económico nacional desde a independência. O novo continente daquele tempo está crescendo muito rápido vindo com um novo rosto para o futuro. A China dá muita importância no estabelecimento e desenvolvimento de relações amistosas de cooperação com os países americano-latinos inclusive o Brasil, o que é considerado uma parte importante da cooperação sul-sul. Durante mais de 20 anos do estabelecimento de relações diplomáticas sino-brasileiras, os dois países obtêm grandes êxitos nas relações de cooperação de vários sectores e também melhoram a amizade dos dois povos cada dia mais. Para desenvolver ainda mais as relações bilaterais e estabelecer gradualmente novas relações económicas internacionais, Sr. Jiang Zemin apresentou 4 propostas inclusive promover a cooperação sul-sul, reforçar as consultas e intercâmbios dos países em vias de desenvolvimento e aprender-se mutuamente, bem como suprir necessidades recíprocas em busca de desenvolvimento comum. O vice-Primeiro-Ministro e chanceler Qian Qichen acompanhou Sr. Jiang durante a visita afirmando na Conferência de Imprensa: “É necessário referir especialmente que o Brasil é o maior país americano-latino com grande potencialidade no desenvolvimento económico enquanto a China é o maior país em vias de desenvolvimento com a expansão económica acelerada e constante. Por isso, a cooperação sino-brasileira tem grande significado.”
Quando acompanhei o ex-embaixador do Vrasil na China Sérgio Duarte na visita à Mongólia Interior, ele afirmou que mesmo com uma longa distância entre os dois países, estava convencido de que através dos esforços construtivos dos dois governos e organizações sociais, podem se tornar realidade uma grande parte das relações de parceira estratégica referidas pelo primeiro-ministro chinês.
Portanto fundamos a Associação para Promoção de Intercâmbio Brasil – China com esforços de vários anos. Desejo sinceramente que a Associação possa tornar-se uma ponte de ligação oferecendo serviço e ajuda para personalidades de todos os sectores.
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